Auto-conhecimento

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Assertividade: Acerte o alvo com equilíbrio.

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Atualmente o mercado de trabalho e o convívio social tem exigido importantes características pessoais que melhoram os relacionamentos em diversas áreas. Uma palavra que se tem ouvido muito é a assertividade que consiste em ser direto sem ser ofensivo. É importante entender melhor esse comportamento, sua origem e como ele pode contribuir para o sujeito e as pessoas ao redor dele.

Ser assertivo é o modelo que deve permear as relações, pessoas com esse atributo agem com clareza, segurança e, principalmente, com equilíbrio, inclusive nas circunstancias conflituosas.

Quando falamos em assertividade logo pensamos naquelas pessoas que “sempre acerta” e que possuem aquele “jogo de cintura” para lhe dar com varias situações do dia a dia. No entanto isso não é ser assertivo. A pessoa assertiva é aquela que sabe se afirmar. Assertividade é sinônimo de habilidade social, onde o indivíduo defende seus direitos pessoais, expressa pensamentos, sentimentos e crenças de forma honesta, direta e apropriada, sem violar os direitos da outra pessoa. É agir de forma socialmente adequada na expressão verbal, motora e emocional.

A assertividade está ligada diretamente com a autoestima, autoconceito e autoconfiança proporcionando ao individuo uma melhor qualidade de vida, relações pessoais mais gratificantes, maior realização pessoal e sucesso profissional.

Felicidade é mito ou verdade?

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Passamos a vida toda em busca dela, mas não sabemos ao certo quando, onde e como encontrá-la. Há quem diga que se trata de uma emoção passageira. Outros a relacionam a conquistas materiais. Acredita-se que para obtê-la é preciso ter saúde, juventude, um bom casamento. Há ainda quem defenda que são necessários dias ensolarados numa praia.

o que todo mundo sabe é que a felicidade é contagiosa e a energia positiva que ela provoca, rapidamente se espalha. Mas, afinal, ela existe ou é uma invenção? Pesquisadores tentam descobrir uma fórmula para atingir o estado de espírito que traz a serenidade e o riso espontâneo, sem chegar a um consenso.

A psicóloga Darla Lopes ensina a não confundir a euforia momentânea ou o sorriso fácil no rosto com a felicidade. A postura de cada pessoa diante da vida é o que conta na visão da especialista. Gostar de si mesmo, investir na autoconfiança, são caminhos para se chegar até ela.

Ser feliz passou a ser mais uma obrigação social

Ser feliz passou a ser mais uma obrigação social Comentar

Não é de hoje que pesquisadores do mundo todo querem desvendar o mistério da felicidade. Uma pesquisa feita em 2002, pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, comprovou que as pessoas que demonstram alegria são aquelas que têm mais capacidade de fazer amigos e manter fortes laços afetivos com eles.

 

E é com base nesse bom desempenho social que o indivíduo se torna popular e bem quisto, o que facilita as relações familiares, no trabalho e com os amigos. O sentimento bom nos reforça a querer repetir a experiência muitas vezes – o que acaba transmitindo a informação pela genética.

O escritor e psicólogo americano Robert Wright, em um artigo para a revista americana Time, escreveu: “As leis que governam a felicidade não foram desenhadas para nosso bem-estar psicológico, mas para aumentar as chances de sobrevivência dos nossos genes a longo prazo”.

A busca da felicidade é o que move o indivíduo a querer estudar, trabalhar, ter fé, construir, realizar coisas, economizar, fazer amigos, brigar, casar, separar-se, ter filhos, enfim, é a moticvação de todo o ser humano.

O problema é que a cada conquista, vem a sede de outra. As metas aumentam pela pressão social de que ser feliz deixou de ser um objetivo de vida e passou a ser mais uma obrigação. O psicólogo americano Martin Seligman, da Universidade da Pensilvânia, concluiu que felicidade é na verdade a soma de três coisas diferentes: prazer, engajamento e significado.

Efeitos positivos
E se a felicidade alivia as tensões da vida, com certeza as pessoas devem sentir os benefícios não só na mente, mas no corpo. A ciência comprova isso.

As pessoas felizes ativam uma região do cérebro chamada córtex pré-frontal esquerdo, levando a um melhor funcionamento do sistema imunológico. Um desses estudos mostra que os otimistas tendem a superar com maior facilidade o processo de recuperação e cura. Na Holanda, pesuisas médicas comprovaram que quem é feliz tem o risco de morte reduzido em 50%.

 

fonte: http://www.odiario.com/saude/noticia/522280/ser-feliz-passou-a-ser-mais-uma-obrigacao-social/

Auto-Sabotagem

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Muitas vezes corremos atrás de nossos objetivos, de nossos sonhos, tentamos mudar o que achamos não estar adequado em nossas vidas, mas por mais que tentamos sempre voltamos ao ponto de partida.

“Tudo está como antes…
… Fiz dieta o mês inteiro e quando estava prestes a alcançar meu objetivo, voltei a comer como antes e aqui estou eu depois de um mês de regime com o mesmo peso ou até mais… Mudei de emprego porque meu chefe era difícil de agradar, mas estou com outro chefe difícil de agradar… Terminei o namoro porque o cara era um canalha, mas estou novamente namorando um canalha… Será que a felicidade não foi feita para mim?…
…É como se eu nadasse todo o oceano e quando estava prestes a me salvar acabo morrendo na praia”.

Coincidência falta se sorte ou auto-sabotagem? Há momentos na vida que quando procuramos mudar nos encontramos fazendo os mesmos erros de antes, caímos em armadilhas criadas por nós mesmos. Nos auto-sabotamos, e por mais que queremos mudar, nossos aspectos cognitivos que são nossos pensamentos, crenças e maneira de interpretar o mundo, não mudaram e é isso nos impede de alcançarmos mudanças efetivas.

Sem nos darmos conta, escutamos e obedecemos nossas “verdades”. Atribuímos significados a acontecimentos, pessoas, sentimentos e demais aspectos de nossas vidas, com base nisso nos comportamos de determinada maneira e construímos diferentes hipóteses sobre o futuro e sobre nos mesmos. Muitos destes significados são formados em nossa infância onde inúmeras vezes escutamos o que é certo e errado e aprendemos com nossa família a nos comportarmos no mundo.

Esses significados que atribuímos a tudo em nossa vida, são frutos das crenças que foram enraizadas em nossa personalidade como, por exemplo, uma criança que cresce escutando dos pais amigos e familiares – você é uma baleia, você é gorda, você já comeu muito vai engordar etc. – quando adulta terá a crença de que é gorda, mesmo estando no peso ideal, de que tudo o que comer vai deixá-la

Gostar ou Idolatrar?

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Por: Daiany Santana

A separação tênue que leva os adolescentes a perderem o limite

Atualmente os adolescentes são influenciados a idolatrar ícones da cultura pop devido aos bombardeios da indústria cultural através dos meios de comunicação de massa. A alienação os conduz a consumir, sem reflexão, o que são oferecidos a eles e isso é um processo que ocorre em escala global.

A psicóloga cognitivo-comportamental, Darla Shayanne de Souza Freire Lopes, explica que ter ídolos é natural e faz parte da adolescência isso porque de acordo com ela, a construção da identidade deles é feita neste momento. “Eles necessitam ter figuras externas à família com as quais se identifiquem. Têm necessidade de pertencer a um grupo de ‘iguais’, de possuir uma identidade social”, diz.

Apesar do comportamento deles ser considerado normal e não prejudicial, a psicóloga aponta que os limites desta adoração são imprescindíveis para o desenvolvimento do relacionamento social, principalmente quando o fanatismo aparece em adolescentes com baixa autoestima e sem autoconfiança. “O radicalismo, intolerância e isolamento são alguns sintomas que podem ser indicadores de que essa idolatria está sendo prejudicial”, aponta a psicóloga.

João Eduardo, 17 anos, gosta da banda americana, Red Hot Chili Peppers. “Eu idolatro, gosto, mas não cometeria loucuras como vejo fãs fazendo” diz João. Ele acredita ser um idolatra, não o prejudica, pois gosta apenas da música. “A idolatria é ruim porque o indivíduo perde boa parte da sua vida só por isso” explica.

“Eu não tenho ídolo, o que tiver na mídia eu escuto” diz Isabele Pereira, 12 anos. “As meninas agora gostam do Justin Bieber, tem foto dele no orkut, ta lá: ‘Te amo’, eu não tenho. Não gosto” comenta Isabele, ela não se considera fanática. “Cada um tem sua opinião [pelos gostos musicais], a minha é essa” argumenta a adolescente.

Ao contrário de Isabele, Bianca Beraldo Santana (foto ao lado), 12, gosta do Justin Bieber. Ela se considera uma idolatra, explica que procura estar por dentro das notícias sobre o ídolo pop, ouvi suas músicas e vê seus vídeos. Ela gosta dele porque “ele canta bem, (…) a letra da música é legal” afirma.

Darla Lopes diz que o comportamento de idolatrar deve ser observado pelos pais e acompanhado por uma psicóloga. Ela alerta que “o fanatismo pode servir como forma de manifestação de uma psicopatologia” nesse caso “o melhor jeito é conversar, saber o que leva a gostar tanto do ídolo” orienta Darla. “Os pais devem favorecer o desenvolvimento da autoestima e autoconfiança de seu filho”, assim, o diálogo e a demonstração de carinho são pontos relevantes que devem ser levados em consideração.

Postado por O livro sobre a mesa às 09:11 http://olivrosobreamesa1.blogspot.com/2010/09/gostar-ou-idolatrar.html

Na integra

Confira a entrevista feita com os adoslescentes que participaram desta matéria no canal do nosso blog no site do youtube .
Por Daiany Santana http://www.youtube.com/user/jornalmga?feature=fupldc