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Ser feliz passou a ser mais uma obrigação social

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Não é de hoje que pesquisadores do mundo todo querem desvendar o mistério da felicidade. Uma pesquisa feita em 2002, pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, comprovou que as pessoas que demonstram alegria são aquelas que têm mais capacidade de fazer amigos e manter fortes laços afetivos com eles.

 

E é com base nesse bom desempenho social que o indivíduo se torna popular e bem quisto, o que facilita as relações familiares, no trabalho e com os amigos. O sentimento bom nos reforça a querer repetir a experiência muitas vezes – o que acaba transmitindo a informação pela genética.

O escritor e psicólogo americano Robert Wright, em um artigo para a revista americana Time, escreveu: “As leis que governam a felicidade não foram desenhadas para nosso bem-estar psicológico, mas para aumentar as chances de sobrevivência dos nossos genes a longo prazo”.

A busca da felicidade é o que move o indivíduo a querer estudar, trabalhar, ter fé, construir, realizar coisas, economizar, fazer amigos, brigar, casar, separar-se, ter filhos, enfim, é a moticvação de todo o ser humano.

O problema é que a cada conquista, vem a sede de outra. As metas aumentam pela pressão social de que ser feliz deixou de ser um objetivo de vida e passou a ser mais uma obrigação. O psicólogo americano Martin Seligman, da Universidade da Pensilvânia, concluiu que felicidade é na verdade a soma de três coisas diferentes: prazer, engajamento e significado.

Efeitos positivos
E se a felicidade alivia as tensões da vida, com certeza as pessoas devem sentir os benefícios não só na mente, mas no corpo. A ciência comprova isso.

As pessoas felizes ativam uma região do cérebro chamada córtex pré-frontal esquerdo, levando a um melhor funcionamento do sistema imunológico. Um desses estudos mostra que os otimistas tendem a superar com maior facilidade o processo de recuperação e cura. Na Holanda, pesuisas médicas comprovaram que quem é feliz tem o risco de morte reduzido em 50%.

 

fonte: http://www.odiario.com/saude/noticia/522280/ser-feliz-passou-a-ser-mais-uma-obrigacao-social/

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