Felicidade é mito ou verdade?

Felicidade é mito ou verdade?

Passamos a vida toda em busca dela, mas não sabemos ao certo quando, onde e como encontrá-la. Há quem diga que se trata de uma emoção passageira. Outros a relacionam a conquistas materiais. Acredita-se que para obtê-la é preciso ter saúde, juventude, um bom casamento. Há ainda quem defenda que são necessários dias ensolarados numa praia.

o que todo mundo sabe é que a felicidade é contagiosa e a energia positiva que ela provoca, rapidamente se espalha. Mas, afinal, ela existe ou é uma invenção? Pesquisadores tentam descobrir uma fórmula para atingir o estado de espírito que traz a serenidade e o riso espontâneo, sem chegar a um consenso.

A psicóloga Darla Lopes ensina a não confundir a euforia momentânea ou o sorriso fácil no rosto com a felicidade. A postura de cada pessoa diante da vida é o que conta na visão da especialista. Gostar de si mesmo, investir na autoconfiança, são caminhos para se chegar até ela.

Auto-Sabotagem

Auto-Sabotagem

Muitas vezes corremos atrás de nossos objetivos, de nossos sonhos, tentamos mudar o que achamos não estar adequado em nossas vidas, mas por mais que tentamos sempre voltamos ao ponto de partida.

“Tudo está como antes…
… Fiz dieta o mês inteiro e quando estava prestes a alcançar meu objetivo, voltei a comer como antes e aqui estou eu depois de um mês de regime com o mesmo peso ou até mais… Mudei de emprego porque meu chefe era difícil de agradar, mas estou com outro chefe difícil de agradar… Terminei o namoro porque o cara era um canalha, mas estou novamente namorando um canalha… Será que a felicidade não foi feita para mim?…
…É como se eu nadasse todo o oceano e quando estava prestes a me salvar acabo morrendo na praia”.

Coincidência falta se sorte ou auto-sabotagem? Há momentos na vida que quando procuramos mudar nos encontramos fazendo os mesmos erros de antes, caímos em armadilhas criadas por nós mesmos. Nos auto-sabotamos, e por mais que queremos mudar, nossos aspectos cognitivos que são nossos pensamentos, crenças e maneira de interpretar o mundo, não mudaram e é isso nos impede de alcançarmos mudanças efetivas.

Sem nos darmos conta, escutamos e obedecemos nossas “verdades”. Atribuímos significados a acontecimentos, pessoas, sentimentos e demais aspectos de nossas vidas, com base nisso nos comportamos de determinada maneira e construímos diferentes hipóteses sobre o futuro e sobre nos mesmos. Muitos destes significados são formados em nossa infância onde inúmeras vezes escutamos o que é certo e errado e aprendemos com nossa família a nos comportarmos no mundo.

Esses significados que atribuímos a tudo em nossa vida, são frutos das crenças que foram enraizadas em nossa personalidade como, por exemplo, uma criança que cresce escutando dos pais amigos e familiares – você é uma baleia, você é gorda, você já comeu muito vai engordar etc. – quando adulta terá a crença de que é gorda, mesmo estando no peso ideal, de que tudo o que comer vai deixá-la

Idolatria na adolescência: O que fazer para torná-la saudável.

Idolatria na adolescência: O que fazer para torná-la saudável.

Com o surgimento de uma sociedade de consumo e de furor da indústria de massa, o capitalismo foi o impulsor por idolatria a ídolos como cantores, artistas e/ou famosos que se tornaram símbolos da cultura pop. Juntamente com esses novos objetos de idolatria veio o fanatismo que se tornou moda e que hoje vem sendo valorizado pelos meios de comunicação.

Ter ídolos é natural faz parte da adolescência. É nessa fase do desenvolvimento que ocorre a construção da identidade, ele ainda não sabe quem é, necessita ter figuras externas à família com as quais se identifique, tem necessidade de pertencer a um grupo de iguais, de possuir uma identidade social.

Os ídolos para o adolescente são pessoas nas quais ele procura se espelhar, são objetos de admiração ou inspiração, além de ser um interesse comum que pode aproximar pessoas levando esse adolescente a ser parte de um grupo.

A personalidade dos adolescentes é afetada por esta adoração desenfreada?